Emerson Odilon Sandim

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Perguntas, Respostas e Comentários de Emerson Odilon Sandim

  • comentou em Breves notas sobre os advogados públicos aposentados e a (dis)paridade vencimental

    Sábado, 05 de março de 2016, 18h11min

    Agradeço os comentários .Concordo com Joalves. Não quero convencer ninguém , muito menos ir ao STF. Na minha vida primo em ser respeitoso com as pessoas, porque entendo que todas elas podem exprimir seus pensamentos, até porque a urbanidade integra a ética e o código da profissão advocatícia a elenca. Dr. João Neto, qual o método científico, jurídico que usou para (des) qualificar meu trabalho? Aprendi, no mundo acadêmico, que a primeira qualidade é ter humildade científica. Pena que o senhor não deve ter lido outros trabalhos de minha lavra - e não sei porque este tanto o incomodou, luto pela acessibilidade, já representei a OAB para salvaguarda dos interesses dos advogados como um todo ... Será sábio julgar uma floresta por uma árvore só? Creio ter aprendido - talvez esteja equivocado - que ninguém perde tempo atirando pedras em árvores infrutíferas. Atenciosamente.

  • comentou em Leia meu processo: é o que clama o povo!

    Domingo, 16 de fevereiro de 2014, 17h42min

    Antes de tudo, gostaríamos de agradecer pelos comentários. Toda
    discussão salutar engrandece. Contudo, achamos lícito tecer algumas
    notas adicionais. Luiz, concordamos, realmente, com a questão da
    concisão. Seu comentário foi preciso. O objetivo das peças nunca foi
    "dar aula" e nem fazer um compêndio de jurisprudência. Devemos, no
    entanto, considerar: se, por qualquer eventualidade, faltar concisão,
    isso é justificativa para que o processo não seja lido? Ou mesmo para
    que tenha sua essência modificada na sentença? Sabemos que o volume de
    trabalho é elevado e que ler tudo, muitas vezes, é impraticável,
    principalmente quando vêm peças tão volumosas como a apresentada. Se
    formos aos fatos do mandado de segurança, com menos de uma página de
    word, já se tem certa clareza do que se trata. Na sentença, como se
    viu, sequer houve a leitura desse tópico. O juiz que domina bem o
    assunto - iura novit curia - não tem necessidade de fazer a leitura da
    jurisprudência, colocada massivamente, tão-somente para fundamentar e
    mostrar quão pacífico estava o entendimento, inclusive na busca de
    facilitar o trabalho. Ao que parece, nada disso também não foi levado
    em consideração. Como dito na matéria, existem juízes dignos dos mais
    elevados elogios, mas outros infelizmente pecam por não se ater ao
    básico e é aqui onde a matéria vem se fixar.

    A única discordância que conseguimos levantar de seu comentário é
    acerca da linguagem. Cremos que o português, uma língua tão bela e
    rica, não necessite de exibicionismo, com fins de confundir o leitor -
    o que, definitivamente, não foi o caso -, mas culturalmente ela não
    pode se empobrecer. As interações virtuais têm apresentado verdadeiros
    homicídios à nossa querida língua. Nós autores nos colocamos entre
    esses que fazem o uso indevido, mas buscamos sempre melhorar. De toda
    forma, não achamos que houve um rebuscamento, apenas tentamos evitar
    repetições constantes de termos para não deixar enfadonha a leitura.

    Mais uma vez somos gratos. Colocamo-nos sempre à disposição!